Foto: Eduardo Moura

Além da derrota para o Deportes Iquique, na noite desta quarta, no Chile, houve também mais um incidente amargo na noite do Grêmio no Chile. A delegação precisou deixar o Estádio Zorros del Desierto às pressas após a coletiva do técnico Renato Portaluppi porque não havia água (quente) no vestiário visitante. O mesmo já havia ocorrido após o treino de reconhecimento do gramado, embora não divulgado.

A saída rápida também resultou em apenas uma manifestação de jogador após a derrota por 2 a 1 pelo Grupo 8 da Libertadores. Pedro Geromel, capitão nesta noite, foi o único a falar com a imprensa na saída de campo do estádio do Cobreloa. Depois, os jogadores entraram no ônibus e, por conta do frio, não concederam entrevista para ir para o hotel tomar banho.

O técnico Renato Portaluppi também apareceu rapidamente para sua entrevista coletiva, onde reclamou da arbitragem e disse que o Grêmio está jogando bem. O vice de futebol Odorico Roman foi o dirigente a se manifestar na zona mista do estádio, do lado de fora. Foi ele a informar o problema, após sua entrevista.

– Não virá nenhum jogador aqui, estamos indo para o hotel. Não tem água no vestiário, como já havia ocorrido ontem, e eles vão tomar banho – disse Odorico para a imprensa.

A saída ocorreu em duas partes. Primeiro, o grupo de jogadores e parte da comissão técnica se dirigiu para o hotel. Depois, funcionários, o vice de futebol Odorico Roman, o médico Márcio Bolzoni e outros integrantes da delegação, como dirigentes, foram buscados pelo ônibus.

Antes de deixarem o Chile, durante a madrugada de quinta-feira, os jogadores do Grêmio explicaram o ocorrido. Na verdade, não tinha água quente para os atletas tomarem banho. Por isso, a preferência por se deslocarem logo para o hotel.



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