Roger reconhece atuação ruim: “É uma derrota que a gente sente”

Tricolor não foi bem e acabou superado pelo Atlético-PR por 2 a 0 neste domingo pela 10ª rodada

26 de junho de 2016 - Às 18:51
Foto: Gustavo Oliveira
Foto: Gustavo Oliveira

Na entrevista coletiva após a partida deste domingo, o técnico Roger não escondeu o descontentamento pela péssima atuação da equipe e disse que é obrigação vencer o Santos na próxima rodada.

“O primeiro tempo foi disputado, mesmo assim com erros de passes que fizeram com que a gente não conseguisse progredir. O Atlético-PR conseguiu chegar pelos lados, mas a gente estava bem posicionado na área e conseguiu evitar as conclusões perigosas. No segundo tempo, jogando fora, demos o contra-ataque para o Atlético, onde saiu o gol. Depois era o contra-ataque nosso, erramos o passe e mal posicionados demos o espaço para o segundo gol. Fiz as trocas imaginando alterar o panorama da partida, mas mudou pouca coisa. É uma derrota que a gente sente”, disse Roger, que admitiu a obrigação de vencer o Santos.

“Chegamos pouco no segundo tempo. Com duas derrotas seguidas, vamos para o quarta-feira precisando vencer. Hoje ficou de bom a dedicação dos atletas, mas a qualidade do jogo ficou abaixo do que a gente espera. Contávamos com a combinação dos resultados para ficar mais próximos dos líderes. A frustração é grande com o resultado, tem pouca coisa para ressaltar do segundo tempo, mas agora é levantar a cabeça e trabalhar par o próximo jogo”, projetou.

Foto: Gustavo Oliveira

Sem Douglas, que ficou em Porto Alegre por desgaste físico, Roger optou por escalar Bobô no comando do ataque. Com isso, Luan foi recuado. Questionado sobre por que não fez um troca simples colocando Lincoln, o treinador evitou dar detalhes, mas disse que o jovem sabe o porquê não vem recebendo tantas oportunidades.

“Luan é um caso a parte. Ele joga bem em qualquer função. O Luan joga em uma faixa de campo em que mais adiantado ou atrás do centroavante cumpre a mesma função. Os outros é que acabam se movimentando”, declarou antes de concluir. “Pauto as minhas escolhas pelo momento que o atleta vive e pela estratégia do jogo. Hoje entendi que era importante ter o Bobô. Ele não fez boa jornada, mas o Lincoln entrou, se movimentou bastante, mas tecnicamente contribuiu pouco. Mas tem outros fatores importantes. O Lincoln sabe por que tem tido poucas oportunidades”, finalizou.



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