Presidente do Grêmio fala sobre negociações envolvendo Luan

Mercado aqueceu depois da primeira oferta oficial pelo jogador, de 12 milhões de euros, feita pela Sampdoria-ITA

14 de julho de 2017 - Às 17:19
Foto: Fernando Gomes /Agencia RBS

Até o meio da tarde desta sexta-feira, a direção do Grêmio não havia recebido uma nova oferta europeia pelo atacante Luan. Pelo menos foi o que garantiu a Zero Hora o presidente Romildo Bolzan Júnior.

Sem nenhum encontro marcado com Jair Peixoto, o empresário do jogador, ou qualquer outro agente, Bolzan até havia aproveitado o tempo livre para uma viagem ao Interior com familiares, com retorno previsto para sábado.

O mercado, contudo, aqueceu depois da primeira oferta oficial pelo jogador, de 12 milhões de euros, feita pela Sampdoria-ITA e de pronto recusada por Bolzan. Na quinta-feira, eram fortes os indicativos de que outra proposta chegaria. Desta vez, o clube interessado seria a Inter, de Milão.

Algum empresário o procurou nas últimas horas para tentar a contratação de Luan?
Ninguém marcou nada comigo. Estou até em viagem familiar.

Jair Peixoto o procurou?
Ele deu uma ligadinha, mas falei com ele sobre outras coisas que já vínhamos tratando.

Mas ele realmente apresentou uma oferta?
Sim, aquela de 12 milhões de euros, que recusamos. Depois disso, não houve outra.

Existe a chance de algum negócio ser fechado nas próximas horas? Ou mesmo neste fim de semana?
Só se aparecer alguém e casar o dinheiro. Se não, não tem jeito.

Há rumores de que uma nova oferta seria feita nas próximas horas
Tem muita conversa, mas nada de concreto.

E por Arthur, alguma proposta?
Por Arthur não tem nada. Absolutamente nada. Nenhuma proposta.

É possível chegar até ao fim do ano sem vender nenhum jogador?
Preciso vender durante o ano. Não precisa ser até o final do ano. Tenho que me virar. Estou contando com isso.

E se não conseguir? A situação financeira ficará complicada a que ponto?
Aí, tenho que me virar. Vou ter que viabilizar recursos. Mas também não vou me desfazer de jogadores a preço vil. Nem vou fazer liquidação.



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