Thiago Ribeiro/AGIF

Além de obter sucesso dentro das quatro linhas, com diferentes títulos sendo desde 2016, a gestão de Romildo Bolzan Júnior se notabiliza também pelas grandes vendas. Das cinco maiores negociações efetuadas na história do Grêmio, quatro ocorreram no mandato do atual presidente.

Até agora, o único “intruso” é o lateral-direito Mário Fernandes, que foi vendido ao CSKA Moscou em 2012, por 15 milhões de euros R$ (R$ 37 milhões à época), durante a gestão de Paulo Odone. Do primeiro ao quarto lugar aparecem Arthur, Everton, Pedro Rocha e Tetê. Porém, este cenário deve ser modificado ainda nesta janela de transferências.

Caso Pepê seja de fato negociado com o Porto, o top 5 será todo formado por atletas contemporâneos. De acordo com matéria publicada no jornal A Bola, o clube português estaria disposto a desembolsar 15 milhões de euros (R$ 94,8 milhões pela atual cotação do real) para contratar o jovem atacante. Esta quantia só não supera os valores obtidos nas transações envolvendo Arthur para o Barcelona (R$ 142 milhões) e Everton para o Benfica (R$ 128,2 milhões).

Entretanto, o presidente do Foz do Iguaçu (detentor de 30% dos direitos econômicos de Pepê) disse recentemente à Rádio Gaúcha que o Grêmio pretende liberar o atacante mediante os mesmos valores recebidos por Everton — no meio deste ano, Cebolinha foi negociado com o Benfica por 20 milhões de euros.

Se os valores se repetirem, a cotação atual do real ainda deixaria Pepê abaixo de seu antecessor (R$ 126,9 e R$ 128,2, respectivamente). O lucro gremista, no entanto, seria maior, já que o clube gaúcho obtém 70% de seu passe, enquanto possuía 65% de Everton.

Confira as cinco maiores vendas da história do Grêmio:

Arthur: 30 milhões de euros (R$ 142 milhões*)
Everton: 20 milhões de euros (R$ 128,2 milhões*)
Pedro Rocha: 12 milhões de euros (R$ 45,2 milhões*)
Tetê: 10 milhões de euros (R$ 42,5 milhões*)
Mário Fernandes: 15 milhões de euros (R$ 37,2 milhões*)



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