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Pela segunda vez, Renato Portaluppi indica Thiago Neves ao Grêmio. A primeira havia sido na sua passagem pelo clube em 2013, mas o Fluminense foi o destino do meia naquele momento.

Naquele ano, o técnico assumiu o Grêmio em meio ao Brasileirão, em zona intermediária na tabela de classificação. Renato sugeriu a contratação de um armador qualificado, que desse leveza a um meio-campo em que predominavam jogadores de marcação, como Riveros, Souza e Ramiro. Uma realidade que só se alterava quando o treinador lançava mão do uruguaio Maxi Rodríguez. Thiago Neves, com quem o treinador havia trabalhado no Fluminense em 2007 e 2008, acertou-se outra outra vez com o clube carioca, após passagem pelo Al Hilal, dos Emirados Árabes.

Dia 30 de novembro, no primeiro encontro com a direção após sua renovação de contrato, Renato apresentou uma lista de nomes em que Thiago Neves aparecia em primeiro lugar. Já naquele momento, a partir de informação do Centro Digital de Dados (CDD), o supervisor André Zanotta soube que o jogador ainda teria mais um ano de contrato por cumprir com o Cruzeiro. Mas, autorizado pela direção, saiu a campo para tentar a contratação. Neste fim de semana, tentaria um encontro em Belo Horizonte com Itair Machado, vice de futebol cruzeirense.

— Ele adora Renato. E Renato o adora. Será um jogador fundamental, por poder atuar como meia e atacante pelo lado — resume uma fonte próxima ao treinador.

A direção, contudo, mantém a cautela, mesmo que o jogador concorde com a oferta salarial, que gira em torno de R$ 700 mil por dois anos de contrato.

— Estamos na luta, mas não está resolvido ainda — alerta o vice de futebol, Duda Kroeff.



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