Foto: Lucas Uebel

Depois de todos os acontecimentos envolvendo a arbitragem no primeiro jogo da final da Libertadores, o assunto começa a ser superado. O Grêmio se mobilizou, foi à Conmebol, voltou satisfeito com o que ouviu do presidente da entidade e parece ter uma certeza para o jogo de volta, na quarta-feira: o campeonato será decidido dentro de campo, sem interferência externa.

“Tem que esquecer esse negócio de arbitragem. Vamos chegar à Argentina e jogar futebol como a gente sempre fez, para buscar o título”, decretou Renato após o empate diante do Atlético-GO. “Só vamos nos preocupar em jogar futebol, é isso que estamos conversando com o grupo de jogadores e é isso que vai acontecer”, acrescentou.

Nesse domingo, o treinador trabalhou pela manhã com os titulares. “Acertamos alguns detalhes, corrigimos o que fizemos de errado no primeiro jogo. O importante é que observamos onde erramos, conversamos e arrumamos”, completou o treinador.

Se a tarefa do técnico é fazer com que o time fique focado apenas no que pode ocorrer dentro das quatro linhas, a diretoria trabalha em outras frentes. Há o temor de que algumas declarações de dirigentes do Lanús, somadas a possíveis episódios com a torcida argentina em Porto Alegre — como ônibus apedrejado — possam contribuir para criar um ambiente hostil no La Fortaleza. “Não houve relatos de agressão ou briga, não teve ninguém lesionado. Dizer que a torcida do Lanús foi mal recebida ou sofreu violência, é lamentável”, disse o vice de futebol do Grêmio, Odorico Roman.

“A gente espera que as autoridades policiais tenham todas as precauções para garantir a segurança dos nossos torcedores. Vamos cuidar de todos os detalhes da segurança da delegação. Não vamos deixar o ambiente alterar os ânimos dos jogadores”, finalizou Odorico.



Veja também