Foto: Diego Guichard

A mobilização gremista para garantir os mínimos detalhes para o jogo de volta da final da Libertadores, na próxima quarta-feira, às 21h45, no La Fortaleza, contra o Lanús, vão além da ida do presidente Romildo Bolzan à sede da Conmebol, nesta sexta-feira. Em meio a um clima de tensão crescente nos bastidores, o Tricolor levará em sua delegação todos os 30 atletas inscritos na competição continental.

A estratégia gremista é usar a união do grupo, um dos pontos mais emblemáticos das duas últimas temporadas, como trunfo para a preparação e o ambiente anímico da equipe para a grande decisão. Até para contar com algumas das principais lideranças do elenco no momento decisivo. Assim, atletas como o capitão Maicon, o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira e o meia Douglas estarão no dia a dia gremista em Buenos Aires e Lanús.

Além do trio, outra presença emblemática na delegação é o zagueiro Kannemann, suspenso após receber o terceiro amarelo no jogo de ida. O clube gaúcho protocolou nesta sexta-feira um pedido para anular o cartão e aguardará até a terça-feira, véspera da partida, um parecer decisivo da Conmebol.

Em paralelo à mobilização do elenco, o presidente Romildo Bolzan e o executivo André Zanotta viajaram ao Paraguai para cobrar “lisura” da arbitragem na decisão. Mesmo com a vitória por 1 a 0, os gremistas deixaram a Arena em meio à revolta com as decisões do árbitro, em especial por não ter marcado pênalti em Jael no último lance do jogo de ida.

Em meio à tensão nos bastidores, com reclamações também do lado do Lanús, o clube também reforça a segurança da delegação em solo argentino e até dos torcedores que irão acompanhar o time na final. Após vencer o jogo de ida por 1 a 0 na Arena, o Tricolor precisa de um empate para erguer o tri da América. Grêmio e Lanús se enfrentam às 21h45 da próxima quarta-feira, no La Fortaleza, pelo jogo da volta da final da Libertadores.



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