Miller Bolaños tem perda de massa muscular e deve voltar nas finais do Gauchão

Jogador perdeu 10% da massa muscular mas já treina com o grupo de transição, embora sem contato físico

9 de abril de 2016 - Às 11:58
Foto: Eduardo Moura
Foto: Eduardo Moura

Enquanto o elenco do Grêmio está em Quito com foco total em treinos para adaptação a altitude até o confronto da próxima quarta contra a LDU, no CT Luiz Carvalho em Porto Alegre, Miller Bolaños já está treinando com bola e sendo acompanhado de perto por médicos, fisioterapeutas e nutricionistas. O atleta perdeu 10% de massa muscular no período de recuperação da cirurgia na mandíbula.

Nesta sexta, o jogador já treinou um pouco mais forte com chutes e passes, mas ainda sem impacto com os colegas do grupo de transição. A recuperação está dentro do previsto e o jogador deve estar a disposição de Roger à partir do dia 20, quando completará quarenta dias de recuperação.

Foto: Ronaldo Bernardi
Foto: Ronaldo Bernardi

Neste período, Miller Bolaños fará treinamento para recuperar a massa muscular perdida. Ele ainda não está podendo se alimentar com alimentos sólidos:

– Ele perdeu cerca de 10% de massa muscular. A gente percebe no rendimento, a gente nota que as reações são mais lentas, um pouco abaixo do que é o comum na arrancada. Essas valências se alteram, quando se perde esse percentual – explica o médico do Grêmio Paulo Rabaldo.

O departamento Médico do Grêmio ainda sonha com a remota chance de que o equatoriano esteja em campo contra o Toluca na Arena, mas o mais provável é que atue apenas nas finais do Gauchão, se o Grêmio avançar até a final.

– Ele poderá fazer confronto no mínimo com 40 dias de recuperação, em um prazo conservador. Mas há que se levar em conta que o atleta não é um paciente comum. Num clube de futebol, no Grêmio, o processo está pressionado pela necessidade técnica. É um pouco mais ágil porque existe toda uma infraestrutura de fisioterapia, de nutrição, que agilizam a recuperação. Ele está num processo de ganho de massa muscular, seguindo um protocolo normal de pós-operatório – afirma Rabaldo.



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