Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Novo dono da camisa 7 no Grêmio, Matheus Henrique não perdeu a oportunidade de homenagear o técnico Renato Gaúcho pelo número às costas após o gol marcado na vitória por 2 a 0 contra o América de Cali, na noite desta terça-feira, pela fase de grupos da Libertadores.

Foi com a 7 que Renato, nos tempos de jogador, fez história pelo Grêmio. Foi campeão da Libertadores e do mundo em 1983, com direito a dois gols em Tóquio. Em 2017, no tri da América, Luan usou o mesmo número e acabou como melhor jogador do continente. Agora, o volante trata de dar sequência à “numerologia”.

— Com a minha camisa 7, ouvi muitas coisas, o Renato brincou. Ele fala para a gente que camiseta não quer dizer nada. Brinca que ele já usou, Luan fez história. Quando fiz o gol, foi a primeira coisa que pensei ali: “eu não, a camisa 7”. Mas, independente, disso foi importante a vitória, mais do que o gol. Enaltecer o grupo, fora de casa. Fiz jus à camisa — disse o jogador na saída de campo.

Números à parte, Matheus Henrique comentou sobre o desempenho do Grêmio diante de uma equipe que sonhava com a volta na Libertadores depois de 11 anos longe da competição. Segundo ele, o objetivo era pontuar. Como a vitória veio, há ainda mais motivos para comemorar.

– A gente sabia da importância da partida, que era difícil, a qualidade da equipe deles. Estavam retornando a essa competição internacional. Jogando fora de casa, sabia da pressão da torcida, mas a gente veio preparado e conseguimos o objetivo principal, que era pontuar. Conseguimos os três pontos que dão uma tranquilidade na sequência da competição – completou.

Com o resultado, o Grêmio soma os mesmos três pontos que o líder Inter, mas fica em segundo lugar pelo saldo de gols. Agora, terá o histórico Gre-Nal no dia 12, às 21h, na Arena. Antes disso, o Tricolor atua pelo Gauchão no domingo, às 16h, contra o Pelotas, na Boca do Lobo.



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