A Justiça do Trabalho negou nesta segunda-feira o pedido de rescisão do contrato do atacante Ferreira com o Grêmio. Com isso, o jogador segue vinculado ao clube pelo menos até o julgamento do mérito do caso na Justiça, ainda sem data definida.

No último dia 6, os representantes do jogador entraram com um processo para pedir a rescisão de contrato em caráter liminar, sob a alegação de que o Grêmio teria coagido e feito pressão ao jogador para renovar seu vínculo com o clube.

Ferreira e Orejuela em treino do Grêmio — Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Ferreira e Orejuela em treino do Grêmio — Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Ferreira foi afastado do grupo principal do Grêmio e passou a treinar com o time de transição por conta de um impasse na renovação de contrato, que vai até julho de 2021. Após um desacerto sobre os valores, o clube deixou o atacante de fora da lista de inscritos na Libertadores.

Depois disso, os advogados de Ferreira ingressaram na Justiça para pedir o fim do vínculo e uma indenização no valor de R$ 70 mil. Na decisão, o juiz do trabalho Renato Barros Fagundes considerou que não há provas para determinar a rescisão de contrato.

De acordo com o diretor jurídico do Grêmio, Nestor Hein, Ferreira segue treinando normalmente no clube e o assunto deve ser analisado pelo departamento de futebol. O atacante de 22 anos disputou cinco partidas na temporada e marcou um gol, na decisão da Recopa Gaúcha.



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