Grohe tem treinos em Quito para se acostumar com ‘tempo da bola’

Devido a altitude de 2800 metros, vários aspectos mudam e é necessário um novo 'cálculo' dos goleiros

11 de abril de 2016 - Às 06:02
Foto: Eduardo Moura
Foto: Eduardo Moura

Jogar na altitude sempre traz mais dificuldades. Mas quem tem a vida mais dificultada devido a isso é o goleiro, pois a velocidade da bola, trajetória e outros fatores podem mudar devido a altitude de 2.800 metros de Quito, no Equador. Por isso, o goleiro Marcelo Grohe tem treinado juntamente com o preparador de goleiros Marcelo Godoy, o tempo de bola.

– É uma situação que exploram muito (chutes de longe). Todas equipes que jogam na altitude e que enfrentam uma equipe que não está acostumada procuram a situação de chutes e cruzamentos. Temos trabalhado no dia a dia. São bastante chutes e cruzamentos, basicamente é isso que temos feito. Não temos trabalhado situações específicas. É a situação que precisamos nos adaptar o mais rápido possível param minimizar os efeitos – disse Grohe após o treino de domingo.

Grohe esteve no time que enfrentou a LDU em 2013, então não é novidade para ele, porém é necessário voltar a se acostumar e sempre que for exigido, ‘calcular’ o tempo da bola para não ser surpreendido:

– Estamos acostumados no nível do mar, temos um cálculo da trajetória, aí calculamos e aqui é mais pesada, mais rápida. Calculamos um determinado ponto e ela passa. É trabalhar para se adaptar o mais rápido possível. Adaptar 100% é difícil, mas minimizar ao máximo o erro para estar bem no dia do jogo – completou o camisa 1 gremista.



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