Em condições normais, a janela de transferência do verão europeu é a que tem a maior movimentação de negócios. E mesmo com a pandemia de coronavírus, o Grêmio crê que será nela que deverá vender um ou mais jogadores. A comercialização é fundamental para manter as contas do clube equilibradas.

A projeção dos responsáveis pela área financeira é de obter cerca de R$ 88 milhões para fechar o planejamento para 2020. Porém, com os meses de paralisação, o Tricolor acredita que terá um prejuízo de R$ 25 milhões. Isso se o futebol retornar em três meses.

O Grêmio acredita que o jogador “bola da vez” é Everton. O atacante esteve próximo de se transferir para o Everton, da Inglaterra, em janeiro, mas o Fair Play financeiro impediu que o clube de Liverpool fizesse a aquisição. Como o atleta interessa ao técnico Carlo Ancelotti, que inclusive ligou para o “Cebolinha” no começo do ano, o Tricolor acredita que pode lucrar cerca de R$ 150 milhões (algo em torno de 25,5 milhões de Euros).

Se alcançar a cifra e o futebol voltar até junho, o clube fechará mais uma temporada com as contas com superávit. Em março, Ancelotti afirmou ao italiano Corriere dello Sport que a pandemia teria “furado a bolha” das transações de atletas e que os valores dos negócios cairiam após o fim da Covid-19.



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