Aldo Carneiro/ Pernambuco Press

O Grêmio está perto de anunciar novo executivo de futebol. Nesta terça-feira, o clube gaúcho acertou a contratação de Klauss Câmara, do Sport. A direção do clube gaúcho ainda não confirma a negociação de forma oficial.

A direção do Sport foi, de certa forma, pega de surpresa. Até a tarde desta terça-feira, os dirigentes do clube pernambucano ainda não haviam sido comunicados. Klauss, inclusive, concedeu uma entrevista coletiva no CT do Sport na manhã desta terça-feira para falar sobre o planejamento do futebol do clube e sobre as regularizações dos novos reforços do clube.

Klauss Câmara está reunido neste momento com a diretoria de futebol do Sport. O encontro, que deveria ser mais um corriqueiro para tratar do planejamento do clube para o restante da temporada, pode ser o último do diretor executivo no cargo no Sport.

O dirigente assumirá a vaga deixada por André Zanotta, que deixou o Grêmio em dezembro para se mudar para os Estados Unidos. Desde então, o clube gaúcho estava em processo de seleção. Supervisor da CBF, Luís Vagner, com passagem anterior pelo Tricolor gaúcho, foi um dos que teve o nome analisado

Aos 38 anos, o mineiro é formado em Educação Física com foco em Gestão Esportiva e tem pós-graduação em Gestão e Marketing Esportivo. Também foi jogador nas categorias de base do Cruzeiro e rodou por clubes menores.

Klauss Câmara era diretor de futebol das categorias de base do Cruzeiro, em 2017, quando foi promovido ao grupo profissional após a saída de Thiago Scuro do cargo. Na época, foi destacado pelo clube para viajar aos Emirados Árabes e contratar Thiago Neves. A contratação de Sassá e o repatriamento de Lucas Silva também aconteceram durante sua gestão.

Contratado em dezembro de 2017 pelo então presidente Arnaldo Barros, Klauss Câmara foi o homem forte do futebol do Sport em 2018. Mesmo com várias mudanças de diretoria – foram três grupos ao todo -, ele se manteve no cargo. E nem o rebaixamento para a Série B no final do ano abalou a sua popularidade. Tanto que foi mantido no cargo pelo presidente Milton Bivar, que era um candidato de oposição e assumiu o cargo de Arnaldo Barros.



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