Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Há duas semanas longe dos gramados, Ferreira ainda não tem data de retorno ao time de Roger, mas realiza dois tratamentos simultâneos para a recuperação, um deles fora das dependências do clube, postura que causa certo desconforto interno no Grêmio. O atacante é desfalque desde que sentiu o músculo adutor da coxa direita, no último dia 20, em treino que antecedeu a partida da terceira rodada, contra o Guarani.

O jogador vem sofrendo há algum tempo de uma lesão crônica na coxa direita, que causa as dores que o impossibilitam de jogar normalmente. Além da fisioterapia no clube, o camisa 10 tricolor também realiza um tratamento particular, fora do Departamento Médico do Grêmio, à base de células-tronco, que são retiradas da medula óssea do próprio paciente e reinjetadas na região da lesão. O mesmo tipo de tratamento já foi usado por outros jogadores, como o volante Rodrigo Dourado, do Inter.

Até agora, Ferreira foi submetido a uma sessão do tratamento com um médico especialista em medicina regenerativa. No CT Luiz Carvalho, o ponta esquerda realiza apenas fisioterapia convencional no tratamento de uma lesão muscular. O procedimento não tem relação com o DM do clube. Acontece que, a cada sessão realizada do tratamento com células-tronco, o jogador passa alguns dias sem conseguir realizar o restante dos trabalhos de recuperação no clube, apenas regenerativos leves. A situação provoca certo desconforto interno no Grêmio, afinal, o tratamento alternativo está sendo realizado por conta própria.

Oficialmente, o clube ainda não estipula uma data de retorno para o atleta. O vice de futebol, Dênis Abrahão, afirma não ter conhecimento sobre qual tipo de tratamento está sendo realizado pelo jogador. Segundo o dirigente, Ferreira tem trabalhado na fisioterapia do clube, onde “o vê diariamente”, e tem evoluído na recuperação. De acordo com Dênis, o camisa 10 tricolor revelou que atualmente sente menos dores.



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