O trabalho mais árduo do Grêmio em andamento é a reconstrução do grupo de jogadores para 2022. A meta de reduzir pela metade a folha salarial se justifica pela Série B no horizonte. As saídas dos atletas com contrato até dezembro já significa uma redução de cerca de R$ 2 milhões.

Os “medalhões” Rafinha, Diego Souza e Cortez deixaram o Grêmio na última quarta-feira. Além deles, Luiz Fernando e Léo Pereira têm vínculo por encerrar no fim do ano e não permanecem para a próxima temporada.

Somam-se a eles no cálculo outros dois nomes: Maicon e Victor Ferraz. Ambos tiveram as saídas antecipadas durante 2021. Mas o Tricolor deixa agora de ter compromissos com os dois, o que colabora na redução de despesas mensais do futebol.

No mercado, o Grêmio tenta enxugar ainda mais o elenco. Nomes como Borja e Alisson podem deixar o clube nos próximos dias, enquanto Vanderson tem venda encaminhada para o Brentford, da Inglaterra.

A negociação com o Alavés para empréstimo do meia Jean Pyerre segue estagnada após a contraproposta gremista.

O Grêmio também não descarta romper alguns contratos em andamento. Por exemplo, Everton e Paulo Miranda têm vínculo até 2022, mas não estão nos planos na próxima temporada. A diretoria procura uma maneira de resolver a questão.

Por outro lado, a intenção é contratar pelo menos cinco reforços para a próxima temporada. O Tricolor pretende formar uma equipe com características de intensidade e vitalidade para encarar a Série B.



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