NELSON ALMEIDA / AFP

Liberar Marquinhos Gabriel para o Grêmio ou qualquer outro clube brasileiro não está nos planos, neste momento, do Al-Nasr, dos Emirados Árabes. A informação foi transmitida no final de semana a Rafael Botelho, advogado do meia-atacante, e ao empresário Marcos Casseb, que fizeram uma sondagem junto ao clube de Riad.

Botelho destaca que não pediu a liberação do jogador. Diz, também, que, no contato, não falou na condição de representante do Grêmio. Seu interesse, assegura, foi apenas saber se o clube poderia concordar com o retorno antecipado ao Brasil, uma situação que agradaria ao jogador e seus familiares. Marquinhos Gabriel foi emprestado pelo Corinthians ao Al-Nasr até a metade de 2019.

O clube árabe, contudo, não fecha as portas para uma negociação. Primeiro, seus representantes querem saber se o Corinthians pretende envolvê-lo em outra negociação. Nesse caso, o Grêmio, por ter vendido Ramiro ao clube paulista, poderia ser  beneficiado.

— Caso Marquinhos Gabriel volte para o Brasil, o clube escolhido seria o Grêmio, que tem dominado o cenário nacional junto com Palmeiras e Cruzeiro. Por ser gaúcho, ele teria ânimo maior por atuar em Porto Alegre — afirma Rafael Botelho.

Até a virada do ano, Marquinhos Gabriel ainda terá três jogos a disputar pelo Al-Nasr. Depois, viajará ao Brasil, um roteiro que inclui Selbach, cidade em que nasceu, e Passo Fundo. Sábado (15), na derrota de seu time por 3 a 1 para o Al-Jazira, ele foi substituído aos 25 minutos do segundo tempo. A retomada do campeonato dos Emirados Árabes será dia 5 de janeiro.



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