Com a venda definida para o grupo acionista do Manchester City, o volante Diego Rosa trata um desconforto muscular no CT do Grêmio enquanto aguarda as burocracias finais para que o clube oficialize o negócio.

O empresário Edson Neto, que cuida da carreira do jogador de 17 anos, chegou a Porto Alegre nos últimos dias para acelerar as tratativas. As partes tentam chegar a um acordo sobre uma última cláusula do contrato da venda da joia gremista.

Resta apenas essa questão para que o acordo seja anunciado. O garoto inclusive já passou nos exames médicos.

Diego treinava com o time de transição na semana passada, até que reclamou de dores na parte anterior da coxa esquerda. Como as dependências do CT da base estão reduzidas, o clube pediu para que o departamento profissional cuidasse do atleta, no CT Luiz Carvalho.

Diego Rosa pelo Grêmio sub-17 no CT Hélio Dourado — Foto: Rodrigo Fatturi/DVG/Grêmio

Diego Rosa pelo Grêmio sub-17 no CT Hélio Dourado — Foto: Rodrigo Fatturi/DVG/Grêmio

Apesar de todo esse imbróglio, Diego só viaja para a Inglaterra em janeiro. Inicialmente, o City pagará 6 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) pelo negócio de forma parcelada. Um bônus renderá mais 4 milhões de euros (R$ 24 milhões).

O valor pode chegar até 24 milhões de euros (cerca de R$ 144 milhões), de acordo com algumas metas a serem atingidas pelo jogador na Europa. Se Diego for inscrito na Premier League, por exemplo, o bônus será de 12 milhões de euros. A cada 10 jogos no Manchester City, serão pagos 3 milhões de euros.

Dos valores, o Grêmio receberá 70% – percentual adquirido recentemente – e os outros 30% serão do Vitória. O Tricolor mantém 15% dos direitos do jogador projetando uma futura venda. A venda foi acertada pelos clubes recentemente, mas ainda não anunciada oficialmente.



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