Rômulo cita falta de “algo a mais” para o Grêmio no Brasileiro: “Nos cobramos bastante”

Volante fala de campanha da equipe principalmente com a utilização de reservas, mesma fórmula do duelo deste sábado, contra o Athletico-PR

Por Giovani Mattiollo
- Às 10:27
46
Foto: Eduardo Moura

Em meio a decisões em Copa do Brasil e Libertadores, o Campeonato Brasileiro surge quase como inconveniente para o Grêmio. O jogo com o Athletico-PR, neste sábado, às 17h, é uma oportunidade para o time acabar com o jejum de cinco partidas sem vencer. O volante Rômulo admite que tem faltado “algo a mais” na competição.

Everton fora e volta de Michel: veja os relacionados do Grêmio
É consenso entre os jogadores que o Grêmio está “devendo” no Nacional. É o 13º colocado, com 18 pontos ganhos, apenas cinco acima da zona de rebaixamento e a 12 do São Paulo, quarto colocado. Uma vitória neste fim de semana, na Arena, se torna essencial para acabar com a sequência ruim.

– Não chega a ser pressão, mas a cobrança entre nós mesmos é muito grande. Sabemos que no Brasileiro falta um algo a mais, nos cobramos bastante e a partir deste jogo vamos tentar reverter isso aí – disse o volante Rômulo em entrevista coletiva nesta sexta-feira.

Para a partida, Renato novamente escala a equipe reserva no Brasileirão, pois na terça há o confronto com o Palmeiras, pela volta das quartas da Libertadores. Só Leonardo, Matheus Henrique e Alisson, dos titulares, foram relacionados e ficam à disposição para o jogo.

– Sempre entramos para vencer, seja Copa do Brasil, Libertadores ou Brasileiro. O grupo é muito forte. No Brasileiro, estamos devendo um pouquinho, mas cada jogo a gente entra para dar o máximo e tentar a vitória – completou o volante.

O Grêmio treinará com os titulares na manhã deste sábado, no CT Luiz Carvalho, antes da partida. O elenco completo já trabalha na tarde de domingo. A viagem para São Paulo será na segunda-feira.

O jogo entre Grêmio e Athletico-PR terá transmissão ao vivo e exclusiva do GloboEsporte.com para todo o Brasil com narração de Gustavo Villani e comentários de Ana Thais Matos, Caio Ribeiro e Sálvio Spinola. 

Veja também

Comentários