| Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação CP

As competições são diferentes, a missão de terça-feira é distinta e bem mais difícil. Inegável, porém, que a vitória de sábado, sobre o Athletico-PR, deu um alento para o Grêmio, que precisa devolver ao Palmeiras em São Paulo a derrota sofrida em Porto Alegre, para ir à semifinal da Libertadores. O time reserva teve várias boas atuações, como Thaciano, Luan, David Braz, Galhardo e Diego Tardelli.

“Precisamos curtir essa vitória, contra um adversário muito difícil”, afirmou Renato após o jogo, recusando-se a responder se pensa em escalar algum deles como titular nesta terça-feira. “Estamos bem em três competições muito difíceis. Torcemos que não aconteça, mas podemos acabar ficando para trás em uma delas. É o risco que a gente corre em um clube grande, que disputa tudo. Essa vitória  nos dá tranquilidade”, comentou.

Renato repetiu diversas vezes que o Grêmio segue vivo em três campeonatos, no final de agosto, enquanto a maioria dos grandes clubes do Brasil, não. Ele lamentou ainda a forma de jogar das outras equipes e voltou a dizer que o seu time joga o melhor futebol do Brasil: “Ainda bem que tem muita gente que pensa como eu. O dia que o Grêmio deixar de jogar dessa forma, sendo a única equipe que joga todos os jogos para vencer, muita gente vai sentir falta. É um futebol que agrada todo mundo”.

O técnico do Grêmio elogiou Luan, que o ultrapassou na lista de artilheiros históricos do clube, e voltou a exaltar as conquistas da sua gestão à frente do time, que para ele deveriam entrar no Livro dos Recordes. “Sou muito grato a esse grupo. Mês que vem faz três anos que estou aqui e ganhamos seis títulos. É para entrar no Guinness. É muita coisa. Eu cobro, cobro e cobro muito deles: ser campeão não sai da minha cabeça”.

A princípio, o time que enfrenta o Palmeiras terça-feira, no Pacaembu, é o mesmo de terça-feira passada. Renato comandou um treino fechado na tarde deste domingo e fará outro nesta segunda-feira.



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